Ao olhar para uma imagem de uma cachoeira o que você sente?  Estudos científicos indicam que mais de 90% das pessoas têm algum sentimento positivo, como paz e tranquilidade. Também é comprovado cientificamente que cidades mais arborizadas possuem uma população menos estressada. Talvez por isso, é crescente o número de pessoas que têm se interessado mais por ecoturismo e passeios ao ar livre. 

O ser humano, em sua essência, é parte da natureza, mas o rumo que a humanidade tomou, levou essa informação ao esquecimento. As notícias do jornal mostram cada vez mais devastação de áreas verdes e privatização do meio natural. Isso só mostra o quanto estamos desconectados da fonte divina. 

Fazendo práticas ao ar livre, o cérebro produz mais serotonina – o hormônio responsável pela sensação de bem-estar -, dessa forma, é mais fácil manter-se tranquilo(a) diante da agitação da vida moderna. 

Muitos templos budistas e espaços de meditação e terapia estão localizados em locais perto da natureza preservada, provavelmente para promover a reconexão com a divindade apresentada pelas áreas verdes. Alguns áudios meditativos que trazem sons de pássaros cantando ou barulho de água corrente só reiteram a importância do restabelecimento da ligação direta do ser humano com a natureza para uma vida mais leve. 

Algumas escolas já estão adicionando aos seus currículos a disciplina de educação ambiental e investindo em áreas verdes para o aprendizado de crianças e adolescentes. Estudos indicam que mudanças como essas nas escolas melhoram a capacidade cognitiva dos estudantes, sem contar com os ensinamentos levados para casa e para a comunidade.

Quando perguntado no início do texto quanto à imagem da cachoeira, a resposta traz a reflexão de que já sabemos que a natureza é sagrada, só pelo sentimento que desperta nas pessoas, e isto está gravado no DNA humano. Sabemos, inconscientemente, que fazemos parte do meio natural. Sendo assim, mente e corpo humano se beneficiam significativamente quando na presença da natureza. 

Entendendo que somos seres vivos, assim como os peixes, mamíferos, insetos e até mesmo as árvores, é possível adquirir uma nova ótica quanto à simplicidade da vida. Nós também somos parte do que tanto admiramos fora de nós e, quando conectados a essa energia pura e mística da natureza, sentimos a paz que, nada mais é, do que o sentimento de “voltarmos para casa”. 

No Japão, foi criada uma prática chamada Banho de Floresta, que leva pessoas de todas as idades a locais com matas verdes para momentos de tranquilidade, contemplação e apreciação do meio natural. É também uma forma de meditar. No Brasil a técnica já chegou e as experiências trazem relatos positivos de novas percepções sobre a vida como um todo, compreendendo os ciclos naturais. 

Apesar da população urbana crescente, ainda há espaços para práticas como essas nos parques urbanos das cidades. Sendo assim, aproveitar espaços verdes ainda é possível e pode trazer grandes benefícios, como a paz e a tranquilidade que faltam na correria das atividades laborais. A partir de agora, quando sobrar um tempo na agenda, estender uma canga na grama vai parecer uma boa ideia, não é mesmo?

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