Helo! Eu sou a Sinara, estou escrevendo um filme e vim lhe pedir sua contribuição na ideia.

Pois bem, a sua felicidade depende do que?

É que tenho andado nos elevadores, nos coletivos, nas ruas, bancos, estacionamentos.. e, de alguma, forma acho que todo mundo está comprometido com um momento que ainda vai chegar. Eles levantam cedo, comem, negociam, trabalham, dormem e mantem a rotina em nome de um desejo.

Certo dia, presenciei um pai levando seus filhos na escola. As crianças sorriam e conversavam alegremente, a medida que o pai dava-lhes umas broncas e apressado recebia roboticamente o abraço deles. Logo pensei, ele parece focado em algum outro lugar que, para ele, deve ser muito maior que este. Talvez, na ideia de alavancar os seus negócios ou carreira, ou de conseguir adquirir algo.. para então curtir momentos assim de forma inteira e presente.

De alguma forma ele não estava alí, Ele estava em algum outro lugar, que não seja o presente. E, caro leitor, eu me vi nele!

Outro dia, numa viajem dessas de coletivo… o por do sol resolveu dar um espetáculo raro. Era um vento diferente e refrescante enquanto o sol lindamente se harmonizava com a arquitetura da cidade. Apesar de ser um evento raro, o espetáculo não foi capaz de chamar atenção de ninguém. E eu me perguntei, em nome de que perdem o momento presente?

E mais uma vez, eu me vi  neles..  Indaguei-me: Se é tão desinteressante tudo que temos para viver, o agora, então porque queremos viver?

Queremos viver para alcançar algo! Um alvo desejado que pode acontecer em algum momento e plimmm! Toda a vida por aquele estado e terá valido a pena.

Culturalmente, a felicidade está condicionada a uma expectativa. A crença no “depois” ideal, no momento ideal, no carro ideal, na carreira ideal, no relacionamento ideal para, então, adquirir a felicidade.  Nos remete que a felicidade seja algo externo a nós. Que chega em decorrência dos nossos desejos. E quando chega, deixa de ser externo e esperado e então traçamos um novo alvo, uma nova expectativa, um novo desejo para ser o nosso ponto de chegada da felicidade.

Se o desejo é o responsável por nos manter ávidos, vivos ele também é o responsável por nunca chegarmos a tal felicidade. Porque, quando finalmente o desejo é alcançado, não é mais “desejo”. É um estado presente que pode ser usufruído e não…. não será usufruído a menos que o exercício da apreciação tenha sido desenvolvido como antídoto da busca de tudo é uma ideia inalcançável e efêmera.

 A felicidade é uma experiencia interna, não importa as condições que esteja fora. Ela pode ser desenvolvida pela capacidade de apreciar. Não há como apreciar o que não está presente. Portanto, a apreciação nos convida a provar do que temos e sentir-se bem com isto.

Se não formos capazes de experienciar a caminhada até ao trabalho, não o seremos quando formos de carro!

Desta forma, o desejo só terá valido a pena se formos capazes de sentir, não mais o desejo, mas, o objeto quando materializado. Não importa o que está sendo apreciado. A apreciação consiste na capacidade de sentir o que temos para viver com todos os sentidos!

Não posso falar do que não senti, não vi, não ouvi, não apalpei, não interagi, não vivi! A vida talvez seja impulsionada pelos sonhos, mas ela só é feita mesmo de muita realidade!

Pois bem, a sua felicidade depende do que?

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