Emoções do subconsciente – Superstição

Você já percebeu como muitas pessoas ditas “videntes” ao iniciar um novo ano começam a esboçar pressentimentos, adivinhações e superstições, tentando adivinhar como será o decorrer do ano? O sentimento de superstição que existe na mente de muitas pessoas, pode induzi-las ao caminho do erro, principalmente para muitas pessoas que são ligadas a certas seitas que adoram este tipo de sentimento.

Para que possamos compreender e evoluirmos o nosso espiritual é necessário compreendermos o que é superstição e, principalmente, o que não é, e saber muitos dos seus conceitos incluindo os conceitos bíblicos.

Significado

A palavra superstição tem origem na palavra superstitione, que deriva do latim, supersto, que significa “pairar por cima”, “ameaçar”, onde é possível uma compreensão de medo ou temor religioso, em meio ao desconhecido, ou de energias naturais potencialmente de força negativa, como deuses, sorte ou destino. Em grego a palavra é deisidamonia, ela aparece na Bíblia em Atos 17.22 referindo-se ao temor aos demônios e espíritos ruins.

Ela provém de um sentimento religioso que possui embasamento no medo ou na ingenuidade induzindo a falsos conhecimentos, deveres ao medo de coisas extremamente fantásticas e a confiança em situações ineficazes, que chamamos também de crendice.

A crença em presságios (fatos ou sinais que podem predizer o futuro ou princípio de acontecimentos futuros) providos de fatos puramente oportunos, casuais, eventuais, imprevistos, fundados em qualquer coisa.

Definição geral

Pode-se definir os termos de uma forma muito clara e precisa: como uma crença ao sobrenatural, porém motivada pela ignorância e medo, que pode refletir em uma visão irracional da sua realidade.

Essas palavras também podem indicar muitas práticas que resultam neste tipo de crença como magia negra, bruxaria, ruídos produzidos por espíritos, e situações que podem ser consideradas como algum tipo de manifestação da atitude supersticiosa.

Dentro deste sistema existe um conceito muito importante que deve ser abordado que é chamado de animismo, que atribui o pensamento ou crença em que se atribui a seres vivos, objetos inanimados e fenômenos naturais como plantas que possuem alma e objetos que possuem vida. Algumas pessoas passam assim a adorar tais coisas, realizando reverencias e oferendas.

Habitual Superstição

Amuletos, sejam pequenos objetos, símbolos ou figura, medalhas, etc) que desde o surgimento da humanidade, alguns trazem consigo o guardam pelo fato de acreditar em um possível poder mágico passivo, capaz de afastar desgraças ou malefícios.

O talismã é a crença no poder do afastamento dos espíritos ruins apenas pelo seu uso em certos objetos. Existem os que acreditam no talismã preservativo, que são denominados como objetos que se atribui energia e poderes ativos que acreditam que possam ter seus desejos realizados utilizando eles.

Alguns ainda acreditam em poderes como números ímpares, fitas decorativas que trazem sorte, a cruz para afastar o diabo, o patuá, pé de coelho, figas, ferraduras e muitos outros. Todos estes objetos e conceitos não passam de uma intervenção que procura atrair pessoas a acreditarem em coisas e objetos que verdadeiramente não possuem nenhum sentido.

Superstições possivelmente bíblicas

Outras pessoas possuem superstições com números e alegam que na Bíblia constam números pares e ímpares como o sete, doze e outros. Os judeus, por exemplo, não consideram a segunda-feira como um bom dia para realizar negócios.

Sabemos que todas as bênçãos divinas não precisam e não dependem de números de datas, e mesmo assim existem pessoas que consultam especialistas em numerologia para saberem para saberem detalhes como qual número por em sua casa que possa lhe trazer sorte.

Valores inversos

Alguns confundem ou procuram incluir em sua fé objetos e atitudes pensando estarem protegidas, como o uso de escapulário (pedaço de tecido que frades e freiras de alguma ordem usam nos ombros). Nenhum tipo desses objetos é capaz de trazer sorte ou segurança.

Ainda pode-se questionar, então porque Deus mandou confeccionar a arca da Aliança? Esta arca era e proteção e a presença de Deus em meio do seu povo, considerando a sua obediência a Ele. Devemos ressaltar aqui que em certo momento quando os filhos de Israel pecaram a arca da Aliança foi tomada (I Samuel 4.11), ou seja, pode-se provar aqui que somente a arca em si não traria a proteção de Deus, ela representava a glória divina somente enquanto eles a obedeciam, Deus protegia os seus filhos e faziam com que eles prosperassem ( II Samuel 6.11,12).

Muito semelhante a serpente de metal que não podia fazer nada sem a intervenção divina (Números 21.4-9), pois era considerada de forma equivocada como sendo um deus (II Reis 18.4). O trecho da serpente de bronze não serve de embasamento para aqueles que tentam justificar o uso de algum tipo de ídolo no culto a Deus, principalmente por três razões: primeiramente porque a serpente de bronze não era objeto de culto.

Ela só foi considerado objeto de idolatria após os tempos de Moisés, e quando aparece como objeto para ser idolatrada é destruída. Foi o rei Ezequias quem a destruiu. O rei estava sob orientação divina, querendo mostrar que a serpente não era nada mais do que apenas mais um objeto simples que não deveria jamais ganhar o status de veneração: “E fez o que era reto aos olhos do Senhor” (II Reis 18.3).

Cuide com suas crendices

Existem muitos crentes que acreditam estarem protegidos somente por manter a Bíblia aberta nos Salmos 91, isso não traz proteção por si só para ninguém. Pode acabar por transformar a nossa fé em superstição, a nossa confiança e fidelidade está em Deus (Js 1.8; I Jo 5.4).

Podemos citar um exemplo claro (Atos 19.13) onde os exorcistas judeus foram invocar o nome do Senhor para expulsar alguns espíritos malígnos, porque não era simplesmente invocar o nome do Senhor que iria resolver o problema.

Existem outros tipos de crendices que são muito naturais ultimamente, como a rosa ungida, águas milagrosas, lenços e lençóis ungidos, além de fogueiras santas, palmeiras ungidas, óleo de Israel, além do uso de água salgada para ungir móveis, utensílios e eletrodomésticos, banhos de água e sal e muitos outros.

Estas simbologias são muito utilizadas principalmente pelos meios de comunicação dos nossos dias. Devo advertir aos nossos amados para não serem enganados (Marcos 7:7; I Timóteo 4:1; Hebreus 13:9). Existem inclusive casos engraçados de pessoas que tentaram ungir seus eletrodomésticos com água e sal para tentar expulsar ou proteger de espíritos ruins, podemos até imaginar os resultados.

Aparelhos que pegaram fogo e tiveram prejuízo total, pois que passou essas informações provavelmente esqueceu de mencionar que água e sal são uma combinação de condutores de eletricidade.

A superstição, indiferente de sua origem, é perigosa e prejudicial à fé cristã, todos devemos ter muito cuidado para não acrescentarmos nada além da palavra divina, pois é somente Deus que pode guardá-lo de todos os males (Salmos 121 e 124).

Quer mais uma dica? Leia com atenção o Salmo 91 de 1 a 11 com muita atenção.

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